Apesar de que está numa indústria pouco marketinera e a competir com tubos de aço sem costura com seus pares de consumo massivo, o Grupo Techint continua escalando entre as 100 melhores. Nesta nova edição logrou os melhores resultados em a historia do estúdio, ficando no segundo posto na tabela e melhorando seu desempenho nos atributos Trajetória e permanência no país, confiabilidade de seus produtos, atenção e adaptação ás necessidades do consumidor e chegou ao primeiro posto em Solvência econômica e financeira, enquanto que fica no segundo posto em Investimento e produção no país.
É precisamente este ponto o que o Guillermo Hang, diretor General da Organização Techint, destaca ademais de Trajetória e o trabalho que gera como um dos valores diferenciais da empresa.
Durante o 2007 o grupo, que faturou US$ 19.835 milhões, investiu US$ 400 milhões na Argentina, para satisfazer o crescimento da demanda doméstica e manter a dimensão global adquirida. Por exemplo, na planta de Ternium Siderar, em San Nicolas, investiram por US$ 600 milhões. Na planta de Tenaris em Campana investiram US$ 160 milhões correspondentes ao período 2005-2007, isto fiz que a empresa lograsse uma produção anual record de 900.000 toneladas e a inauguração da quarta planta de tratamento térmico.
Quais são os principais objetivos de negócios para este ano?
O objetivo é continuar crescendo em nossas principais área de negócios. Procuramos avançar na integração das ultimas firmas adquiridas por Tenaris nos Estados Unidos, e sua incorporação ao sistema produtivo. Outro desafio, é que Ternium fique como a produtora líder de chapa na América Latina. Continuamos investindo em nossas operações de exploração de hidrocarburos. O ano passado foi anunciado um novo plano de investimentos por US$ 800 milhões para levar a produção de aço de 2,8 milhões até 4 milhões de toneladas por ano na planta de Ternium Siderar em San Nicolas. Também na planta de Tenaris em Campana, temos pensado desembolsar entre US$ 30 e 35 milhões para melhorar a oferta e ampliar a capacidade de fabricação de tubos.
Qual é o desafio mais importante a realizar durante o 2008?
O principal e manter a liderança em nossos setores de atividade. As ações estão dirigidas a muitos frentes: custos competitivos, qualidade dos produtos, desenvolvimento de novas capacidades técnicas e produtivas, serviço ao cliente, motivação de nossos colaboradores, e demais. Por outro lado, manter uma estrutura ágil que permita a adaptação aos câmbios e inovações do mercado internacional. Como não podemos fazer sozinhos essas tarefas, desenvolvamos um programa corporativo, e com este apoiamos ás PyMES participantes a fazer novos investimentos em tecnologia e inovação, em melhora de sua capacidade e da produtividade. Numa ordem de problemática mais general, a relação comercial com China e Brasil merece atenção. Brasil é uma boa oportunidade si Argentina aumentasse seus níveis de investimento para incrementar a capacidade produtiva. O panorama com China é muito mais ameaçante. Devemos estar atentos a suas práticas comerciais desleais e às distorções que pela dimensão pode causar na região.
Como vê o contexto mundial para o crescimento de suas empresas?
A diminuição do ritmo de crescimento da economia mundial, que foi afetada pela crise financeira dos Estados Unidos, seguramente é aconselhável ter prudência. Em nosso país é possível que os efeitos desta mudança sejam menos evidentes, e fiquem balanceados pela boa situação dos commodities.
Estão avaliando novas aquisições?
Sem ter nada definido em curto prazo, pelas características de nossos negócios, analisamos todas as possibilidades constantemente.
Traduçâo: Cecilia Valleboni